A influência da esquerda na área jurídica e a dissonância cognitiva

A influência da esquerda e da dissonância cognitiva na seara jurídica.

É ponto quase indiscutível que as universidades estão dominadas pelos marxistas, mais precisamente pelo marxismo cultural. Não raro eles próprios o admitem e dizem ter este direito, o direito fundamental de doutrinar os pobres alunos. Na área jurídica, no entanto, temos a estranha mania de nos acharmos limpinhos e puros, razão pela qual pensamos que todos os “grandes nomes” do Direito são profundos cientistas, abnegados e que jamais se submeteriam a pressões políticas. A realidade é longe de ser esta.

No curso de Direito, na medida em que os semestres vão passando, os “monstros sagrados” de cada ramo do Direito vão sendo apresentados para os jovens universitários, as bibliotecas estão lotadas de livros dos queridinhos das universidades. Chega de teoria, vamos dar nome aos bois, matéria por matéria?

Comecemos, pois, por Direito Constitucional: Luis Roberto Barroso e Daniel Sarmento. Os dois são da UERJ, com uma passadinha para cursos em Yale, nos EUA. São vendidos como dois super gênios, lendas, seus cursos são caríssimos, seus livros igualmente.

Daniel era do MPF, foi só se aposentar e virou advogado do PSOL, fazendo sustentações orais no STF em causas como a “Escola Sem Cristianismo”[1], da qual ele foi autor, através de representação, que culminou com Ação Direta de Constitucionalidade da sua colega Deborah Duprat. Seu livro é considerado quase fundamental para ser aprovado no concurso de Procurador da República, pois contém toda uma interpretação esquerdista do direito constitucional, como a banca adora.

Luis Roberto Barroso foi advogado do movimento LGBT no caso que conseguiu a União Estável, foi advogado do terrorista comunista Cesare Battisti, condenado a prisão perpétua na Itália, por 4 homicídios, livre no Brasil, em razão da defesa de Barroso, do STF e de Lula, seu amigão. Surpreendentemente, depois de tanto serviço prestado à esquerda nacional, foi nomeado ministro do STF por Dilma, onde continua servindo bem seus mestres, como por exemplo, na última ação sobre o aborto, da qual foi relator, permitindo aborto até os três meses.

Falemos um pouco de Direito Administrativo: Celso Antônio Bandeira de Mello é indiscutivelmente o mais endeusado. Escreveu, em 2013, artigo patético defendendo bizarro cabimento de embargos infringentes[2] para salvar a pele de José Dirceu. Recentemente, assinou Habeas Corpus[3] para defender Lula, que havia sido nomeado Ministro para fugir de Sérgio Moro, ao ganhar foro especial por prerrogativa de função, além de ser ferrenho opositor de FHC[4], como se ele fosse de direita…

No Direito Civil, podemos citar Maria Berenice Dias, que é considerada a deusa do direito de família, ou das famílias, como a esquerda prefere chamar, seus livros caríssimos inundam as prateleiras das bibliotecas universidades públicas, gabinetes de juízes e promotores pelo Brasil afora. Quem é ela? Ferranha militante do movimento LGBT[6], movimento abortista[5] etc… Outro civilista no mesmo estilo dela é o Edson Fachin, que foi bastante contestado pelos senadores anti-PT, quando de sua sabatina para ser ministro do STF.

Nos Direitos Humanos, os dois deuses são Flávia Piovesan e Fábio Konder Comparato. Fábio foi um dos que assinaram o Habeas Corpus com Celso Antônio, para livrar Lula de Moro, e Flávia é abortista[7] e é da PUC-SP, casa de Celso, celeiro de comunistas…

No Ministério Público Federal, em especial em Brasília, a situação é terrível: Ela Wiecko já foi flagrada em manifestação “Fora Temer”, razão pela qual foi exonerada de seu cargo de Vice-PGR, seu marido também foi exonerado do gabinete do Teori Zavaski, de quem era Assessor, no STF. Eugênio Aragão já foi ministro de Dilma e já disse que os Procuradores da Lava Jato deveriam ir para o Big Brother, além de chamar o MPF de Fascista. Deborah Duprat é ferrenha militante LGBT, minorias, abortista, como se fosse uma vereadora do PSOL. São os três membros frequentes da banca examinadora do concurso nacional para ingresso no cargo de Procurador da República[8].

No livro “Thinkers of the New Left”, Roger Scruton dedica um capítulo para Ronald Dworkin e outro para Jünger Habermas, são dois autores absolutamente obrigatórios em mestrados e doutorados jurídicos em qualquer universidade nacional, que são estudados sem o “aviso” de que são de esquerda, mas são vendidos como “cientistas”.

Infelizmente, para o texto não ficar gigantesco, vou ter que encerrar por aqui os exemplos, mas poderia passar alguns meses escrevendo, procurei focar nos doutrinadores mais endeusados nas universidades e fóruns.

Falemos doravante, para finalizar, de “dissonância cognitiva”. Trata-se de um conceito do psicólogo Leon Festinger , popularizado aqui no Brasil nos últimos tempos pelo livro “Maquiavel Pedagogo” do francês Pascal Bernandin que pode ser assim conceituado[9]: “A teoria da dissonância cognitiva baseia-se na premissa de que a pessoa se esforça para manter a coerência entre suas cognições (convicções e opiniões). Quando a uma pessoa tem uma crença sobre algo e age diferente do que acredita, ocorre uma situação de dissonância. A dissonância é a contradição e uma das principais fontes de inconsistência no comportamento”.

Prefiro resumi-lo assim: ocorre a modificação de valores em razão de condutas feitas em público, pois, para manter a aparência e justificar a conduta pública, é necessário um valor diferente daquele que se tinha de início.

Na área jurídica, o fenômeno da dissonância cognitiva é notável: temos jovens normais, dotados em geral de valores conservadores, como a maioria da população brasileira, que passam em concursos e assumem funções “importantes” e aí passam a agir em público como a “lei” ou a “doutrina” ou o “STF” manda que façam seus pareceres, petições e sentenças e, para justificarem os atos públicos exarados, acabam repetindo os mantras que a esquerda e a ONU ditaram por meio das leis e doutrinas, e aí acabam passando a acreditar realmente nestas coisas, como se fossem algo original deles, acabam defendendo bizarrices que desafiam o senso comum, impostas pela ONU.

REFERÊNCIAS:

[1] http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=293563
[2] http://www.conjur.com.br/2013-set-09/bandeira-mello-pressuposicao-fundou-condenacao-jose-dirceu
[3] http://www.institutolula.org/justica-urgente-juristas-assinam-hc-para-deter-abusos-contra-lula
[4] http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/jurista-de-dilma-defendeu-uso-de-provas-obtidas-por-meio-ilicito-na-epoca-de-fhc/
[5] https://jus.com.br/artigos/10810/direito-fundamental-ao-aborto
[6] https://jus.com.br/peticoes/32448/oab-pede-cassacao-de-levy-fidelix-por-declaracoes-homofobicas
[7]http://oglobo.globo.com/brasil/nova-secretaria-de-direitos-humanos-defende-descriminalizacao-do-aborto-19333586
[8]https://jus.com.br/artigos/47491/a-nomeacao-de-eugenio-aragao-para-ministro-da-justica-e-a-invasao-gramscista-da-banca-examinadora-do-concurso-do-ministerio-publico-federal
[9]https://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/41439/teoria-da-dissonancia-cognitiva

Rafael é autodidata. Não gosta de normas da ABNT. Não reconhece, nem valida o MEC. Não quer saber da nova ortografia.

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