Ministra dos Direitos Humanos é abortista.

“Não queremos uma abortista na pasta de Direitos Humanos” Deputado Federal Victorio Galli

 

 

A nova ministra dos Direitos Humanos, Flávia Piovesan, é abortista contumaz.

É a favor do homicídio de bebês no ventre materno caso a mãe não esteja muito afim de responsabilidades.

Eu pensava que o direito à vida era um direito humano.

Mas parece que os bebês não estão protegidos pelo regime jurídico de direitos humanos, haja vista não terem cometido nenhum assalto ainda e, como todos sabemos, direitos humanos é só para bandidos.

Veja que tipinho de gente somos induzidos a idolatrar na universidade.

Nos pegam jovens, sem cabedal algum, e dizem: “Estes são os TOP”. E nós, super atarefados, tentando conseguir um estágio ou um emprego, buscando um lugar ao sol, em razão do efeito manada ou de dissonância cognitiva, acabamos idolatrando gente assim.

Lembro bem que quando comecei a faculdade me falaram que Luís Roberto Barroso e Celso Antônio Bandeira de Mello eram os TOP… E nos Direitos Humanos Piovesan e Konder Comparato.

 

Inocentemente, acreditei… mas com o tempo percebi o óbvio: não passam de militantes esquerdistas:

Barroso virou ministro do STF indicado por Dilma

Celso Antônio e Konder Comparato assinaram Habeas Corpus pra salvar Lula

Piovesan só defende o que o PSOL ou PCdoB defendem: contra a redução da maioridade penal, movimento LGBT, abortista. etc.

 

Quanto mais você for um militante esquerdista, mais a universidade vai te enaltecer, como se você fosse um grande pensador, mas está meramente justificando as teses previamente escolhidas pelos partidos de esquerda.

 

Não está buscando a Verdade ainda a ser descoberta: Você já conhece a solução e apenas constrói uma carreira em cima de fundamentar a posição previamente definida pelos partidos detentores do monopólio da virtude, isto é, os partidos de esquerda. Não são filósofos, mas intelectuais ativistas. Por isso são premiados na universidade. É o velho reforço positivo dos testes psicológicos com macacos: “faça o que eu quero que eu te dou uma banana”.
Segundo Olavo de Carvalho: “O intelectual ativista distingue-se do filósofo, do erudito, do cientista, do escritor, embora possa atuar sob a camuflagem de um ou vários desses papéis sociais, confundindo a platéia. A diferença é que, enquanto estes se esforçam para tentar compreender e expressar a realidade, ele só se ocupa de condená-la e de tentar transformá-la em outra coisa. O homem de estudos tem diante de si um mundo que já lhe parece complicado demais para a sua pobre cabecinha. O intelectual ativista tem na cabeça inchada um projeto de mundo, o plano integral de uma nova humanidade, que ele acha infinitamente superior a tudo quanto já existiu ou existe neste universo desmasiado estreito para a sua grandiosa imaginação.”

Não há dúvidas acerca do aparelhamento dos direitos humanos pela esquerda, pois, além de ser evidente, é confessado por um dos maiores juristas dos direitos humanos, o jurista comunista português Boaventura de Sousa Santos. Ele, que é um dos grandes teóricos da interpretação dos direitos humanos sob o prisma multicultural, confessa, indiretamente, que os direitos humanos são a transmutação do socialismo, isto é, a norma forma do socialismo, depois da queda do Muro de Berlim, pois afirma que:

 

“É como se os direitos humanos fossem invocados para preencher o vazio deixado pelo socialismo.”[1]

 

 

 

[1] SANTOS, Boaventura de Sousa. Uma concepção multicultural de direitos humanos. In.: Contexto Internacional, nº 23. p, 7-34. Disponível em: http://www.boaventuradesousasantos.pt/media/pdfs/Concepcao_multicultural_direitos_humanos_ContextoInternacional01.PDF. p, 1.

Rafael é autodidata. Não gosta de normas da ABNT. Não reconhece, nem valida o MEC. Não quer saber da nova ortografia.

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