A morte política é o destino dos senadores que desertarem para render-se a Fachin

O que houve com Álvaro Dias?, perguntam-se os milhões de paranaenses que votaram em outubro passado num candente opositor do governo lulopetista e acabaram reconduzindo ao Congresso um aliado incondicional de Luiz Edson Fachin. Como entender que um porta-voz do Brasil decente no Legislativo se tenha transformado em cabo eleitoral do doutor escolhido por Dilma

Jaufran Siqueira
Empreendedor de uma dezena de projetos que nunca saíram do papel. Fala sozinho e se acha a pessoa mais simpática do mundo, apesar de que as estatísticas afirmarem o contrário.

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